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EDUCARTE regressa à Quinta da Cruz com arte, natureza e gastronomia

 PROGRAMA COMPLETO AQUI

 

Iniciativa, na segunda edição, oferece programa gratuito e inclusivo, com 70 atividades

A Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea de Viseu acolhe, a partir da próxima semana, de 11 a 16 de junho, a segunda edição do EDUCARTE – Festival de Práticas Artísticas.

Em 2019, o Município de Viseu, em parceria com a Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual de Viseu (APECV) e a Escola Profissional Mariana Seixas (EPMS), traz ao museu municipal e aos seus jardins um programa eclético, inclusivo e gratuito com 70 atividades artísticas e educativas, para toda a comunidade.

Os primeiros dias do Festival, de 11 a 14 de junho, são dedicados em exclusivo à comunidade escolar e associações do concelho, designadamente das de carácter social. Estima-se a participação diária de, pelo menos, 250 crianças e jovens. Viseenses, famílias e visitantes terão a oportunidade de participar do EDUCARTE no fim-de-semana, dias 15 e 16 de junho.

“O Festival EDUCARTE conquistou um lugar na programação anual da Quinta da Cruz, em Viseu, não só pela sua relevância artística e cultural, mas também pela crescente mobilização da comunidade, alunos, viseenses e visitantes. Este ano, torna-se também uma referência de inclusão pelas artes”, destaca o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques.

As artes performativas e visuais e a educação ambiental são os três grandes enfoques temáticos do programa que, este ano, incorpora no conjunto de atividades a Gastronomia, enquanto ponto de partida para a exploração de práticas artísticas diversas, entre elas a ilustração. 

Das 70 atividades propostas, que visam despertar a ligação entre as mais diversas manifestações artísticas e o público, destaque para oficinas criativas, de leitura, teatro, ilustração, culinária, construção de marionetas e dedicadas ao ambiente e biodiversidade. Temas que permitirão aos visitantes explorar não só o museu, mas também espaços no exterior, nomeadamente as hortas pedagógicas.

“Este festival traz uma mensagem simples e urgente: a arte é livremente de todos e para todos, e não um território de exclusivos ou de nicho”, explica o Vereador da Cultura do Município de Viseu, Jorge Sobrado. “A participação é a marca do EDUCARTE. Participação de artistas, crianças, jovens e professores, de utentes de associações sociais na área da deficiência, de famílias ou visitantes acidentais”.

O programa de espetáculos e oficinas é sujeito a marcação prévia, para o email quintadacruz@cmviseu.pt ou número de telefone 232 423 343, até ao final da manhã do dia 14.

A par das oficinas, espetáculos e performances preenchem também o convite a toda a família.

Associam-se a estas manifestações e realizações a designer Raquel Balsa, a ilustradora Rosário Pinheiro, a Zunzum - Associação Cultural, o Coletivo Tuia de Artifícios, o Teatro e Marionetas de Mandrágora, a Associação Quint’Oficina, o formador Gabriel Silva (membro da ASPEA Viseu), e as artistas Enne Marx e Estrella Luna Muñoz. A Coleção Arqueológica José Coelho, através do seu Polo Arqueológico de Viseu (PAV), e o Museu do Linho de Várzea de Calde, associam-se também ao programa.

Por ocasião desta edição, também o Centro de Arte Contemporânea abre portas a uma nova exposição, pelas 16h00 de sábado, dia 15.  “Try Thinking Like a Tree”, de António Silva, é um projeto de residência artística que faz do património natural e arbóreo da Quinta da Cruz o protagonista de um conjunto de 10 desenhos de grande formato e uma pintura mural.

Enquanto ponto de incubação de diversos projetos, o Centro de Arte Contemporânea acolhe também, ao longo dos dias do Festival, uma mostra de projetos artísticos, realizados pelos alunos finalistas do curso de Arte Plásticas e Multimédia da Escola Superior de Educação de Viseu.

O EDUCARTE – Festival de Práticas Artísticas de Viseu visa criar uma ligação singular ente a arte, a educação não formal e a comunidade. O objetivo é, através das artes contemporâneas, proporcionar aos participantes oportunidades únicas para a construção de espaços interrelacionais, ao explorarem identidades e criarem sentidos de pertença, consciência social e ambiental.